terça-feira, 9 de junho de 2009

Olha a barriga!

Quando a Mary tinha uns 16 anos, era apaixonada pelo Leo. Eles se encontravam quase toda tarde no clube e o coração dela batia mais forte (ah, que delícia época de adolescente!!). Nunca se encontravam fora dali porque não frequentavam os mesmos locais. No dia do aniversário dela ela resolveu sair com as amigas depois da festinha. Adivinhem quem ela encontrou? O próprio!
Leo chamou ela pra dar uma volta (ele já dirigia, tinha uns 18,19) e é claro que ela foi. No meio do passeio, ele parou o carro e foi dar um beijo nela. Ela, com o coração acelerado, pois acredito que isso havia acontecido em muitos dos seus sonhos, nem acreditava. E foi. Beijou.
Nooossaaaaaaaaa... que beijo ruim! Coitada! Esperou tanto por aquele momento e o cara era ruim. Ah não! Mas a paixão supera (naquele momento, claro. Depois que vai pra casa e começa a assimilar, começa a desanimar) e Mary continuou ali, ainda extasiada. Leo não fazia nada demais, talvez faltasse experiência porque ainda era jovem, mas tentou colocar a mão em algum lugar que Mary não deixou (a famosa mão-boba). Então, de repente, Leo solta uma pérola que a menina nunca mais vai esquecer. E nem nós, amigas : " Por que não? Tem que ter alguma coisa a mais pra unir a gente."

Tá bom então, Leo! Beijo, me liga (um abraço pro Marco Luque). Mary viu as amigas passando do outro lado da avenida e pediu que Leo as seguissem pra mudar de carro. E assim foi. Uma decepção! Nada nunca uniu Leo e Mary.

Um dia, alguns anos mais tarde, Mary estava na balada com uma amiga. De repente, parou ao seu lado, o cara, o Leo. Nossaaaa...que barriga grande! Credo! E ele quis oferecer carona pra ela voltar. Ela respondeu que estava dirigindo e então ouviu: " Então me dá uma carona você". (Ah meu Deus! A coitadinha merecia, né?). Nem, meu filho! Mas Leo permaneceu um bom tempo parado ao lado delas, enquanto elas dançavam e nem viam que o coitado estava ali. Acho que viam só a barriga. E a barriga também não dançava.

Coitadinha da Mary...logo cedo já foi conhecendo esse lado cruel dos homens. Esse lado interesseiro. Só pensam naquilo. Desde sempre. E pra esse não vou dar lugar no navio pois com toda aquela barriga vai ocupar muito espaço, sendo que tem muitos passageiros pra entrar ainda.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O Transeiro

É engraçado como tem homem que erra feio, né? E se queima logo de cara!
O Ewan era uma gracinha. Lindinho mesmo. Alto, rosto bonito...uns cinco anos mais novo que a Linda. Um dia, conversando no msn (vocês perceberam como hoje em dia as conversas fluem muito mais via msn do que pessoalmente?), Ewan chamou Linda pra tomar um açaí. Na verdade, ele queria fazer qualquer tipo de programa com ela. Ela aceitou e deu o número do telefone. Não deu certo o açaí e acabaram enrolando um pouco, alguns dias mais. Até que um final-de-semana, ele teve coragem de chamar ela pra sair. E saíram. Foram tomar umas caipirinhas num bar. Ela tomou umas 3 e ele 2. Nada de mais, nem dava pra ficar alterado. Alegrinhos no máximo.
Antes de pedir a conta, Ewan se sentou ao lado da Linda, começou a conversar mais de perto até que partiu pro ataque. Pro gol. E fez gol. Claro que a Linda gostou, ela queria, oras! E trocaram uns beijos.
Um tempinho depois, Ewan chamou o garçom e pediu a conta. Chegou. Algo em torno de 40 reais. Ele pediu a máquina pra passar o cartão. Enquanto o garçom foi buscar, ele fez a seguinte pergunta a Linda: " Como você vai acertar a sua parte?" (Uuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....doeu! Gente, nada contra mão-de-vaca...mas, na verdade, tudo contra mão-de-vaca. TUDOOOOO) (Se fosse uma conta alta, né? Mas tipo assim... o cara passou pra pegar e menina num carro importado, querendo fazer graça. Aí chega na hora de pagar míseros 40 reais, ele manda uma dessa? Jesus! errou!!!).
Bom, Linda pagou a parte dela, que foi mais cara pois tomou uma a mais, inconformada. Mas fazer o que, né? E já que não ía mais sair com ele depois dessa, por que não aproveitar o resto da noite, as outras coisas que ele podia oferecer? (Quero dizer, a ÚNICA coisa que ele iria oferecer). Ele deixou ela em casa, pra que ela pegasse o carro dela, ela o seguiu até a casa dele, que os pais estavam viajando e já era, fizeram o que tinham que fazer. Quando terminaram, Linda perguntou a ele se ele estava com muita vontade, porque parecia. Sabem o que ele respondeu? " Não, eu transei ontem. Saí mais cedo da aula com uma amiga minha" (Hahahahahahahaha...morro de rir desses homens toscos!!!). Acho que não se passaram nem mais 10 minutos, Linda pegou o carro e abandonou o local do crime. (Que ele cometeu, fatal. Se enforcou).

Gente, depois disso ele ainda quis sair com ela de novo, ligava e ela não atendia. Chamava no msn e ela tava sempre ocupada, ausente, sei lá. Duas gafes numa mesma saída não é pra qualquer um. E sempre perguntava o motivo dela "estar estranha" com ele. Analisando, penso eu que faltou uma certa maturidade, uma certa experiência. Os homens sempre mentem, por que esse não mentiu na hora que mais precisava? " Ah, foi a bebida. Eu estava um pouco alegre e não medi o que falei. Me desculpa! Sei que errei."

Errou sim, meu filho! Mas nos rendeu uma história boa e entre as amigas da Linda você é denominado de O TRANSEIRO. E seu lugar no meu navio é numa cabine simples, sem janela e sem sacada. E as cabines vizinhas estão cheias de meninas, uma pra cada dia do seu longo cruzeiro. Já que você dá conta, manda ver!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

É muito mico pra um cara só

Gente! Essa história é muuuuito boa.
A Amy, de outra história que já contei, saiu com um cara que era todo posudo. Umas 6, 7 vezes. Ela colocou na cabeça que gostava dele, mas era carência. Só podia ser.
As várias vezes que saíram, a noite terminou no apartamento dele. Todo dia seguinte ela me ligava pra contar o desastre. Toda vez era um desastre, algumas foram mais desastrosas que as outras.
Uma das vezes, Amy foi usar o banheiro. O cara, provavelmente antes de sair de casa, soltou um barrão, ou colocou os neguinhos pra nadar, ou largou os kibes na água, ou passou um fax...ou simplesmente defecou, e se esqueceu de dar descarga (Gente, acho que não consigo terminar a história, vou morrer de tanto rir)................................................................................... (ok, me recuperei). Bom, ela usou o banheiro e fingiu que nada tinha visto, claro. Vai deixar o mané sem graça? (Mas que mico, heim? O pior é que o cara nem ficou sabendo que pagou esse mico. Uma pena!).
Uma outra vez, Amy chegou no apartamento dele de novo e foi usar o banheiro (Por que toda vez ela insistia em entrar lá?). Lá estava um rastro de bo...(Pelo menos foi só um rastro, em comparação ao outro dia, né) (Acho que eu não voltaria mais, pô! O cara é mó barrão!).
Não estou contando o detalhe mais importante que é a parte que mais interessa, afinal, o motivo dela ter ido lá. Ele era muuuuito ruim de serviço. Nossa Senhora!!! Parece que se ela insistia em voltar lá, era porque tinha esperança de que melhorasse. Pois então, leiam essa:
Um dia Amy recebe um telefonema dele. Ele soava meio tarado e ela deve ter pensado " É hoje!".
Foi pra casa dele e uauuuuuuuuuuu...durou muito tempo. 5 segundos. Ou um pouco menos, uns 3 talvez. O que é isso? Meu Deus! Toda vez era a mesma coisa. No dia que ela teve certeza de que o negócio ía fluir, ele deu uma dessa. Precoce não! Mil vezes não! Ele se levantou, foi até o banheiro (será que tava com barro?) e logo voltou. Ficaram conversando e depois de um tempo partiu pra cima dela de novo. Ela, insistindo em insistir no erro mais fatal, deu outra chance. Vocês não podem imaginar o que ele foi fazer no banheiro. Eu conto no final.

Como todas as vezes, Amy voltou frustrada pra casa e me ligou rindo. Nem ela acreditava nas milhões de chances que tinha dado a ele e todas ele jogou fora. Assim, com certeza ele é problemático...daqueles que eu cito que devem procurar uma terapia pra resolver, mas por vergonha não vão. Talvez porque prefiram ficar pagando mico com a mulherada mesmo.
Amy nunca mais quis saber dele. Cansou. Ele que vá pagar mico com outras.

Querem saber o que o indivíduo foi fazer no banheiro? Vocês estavam pensando que ele foi passar mais um fax, né? Pois então, erraram! O cara foi tomar um Viagra. E acreditem: antes tivesse mantido a ejaculação precoce. Era menos pior. Um vexame total!!!!!

PS: o lugar dele no meu navio é com certeza bem pertinho do banheiro.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

À procura de um namorado

Gente!!! Minha amiga Nanny estava louca pra arrumar um namorado. (Errando desde aí). Uma noite, na balada, ela conheceu o Geoff. Conversaram a noite toda e por fim beijaram. (Ela diz que adorou mas na condição de louca pra arrumar um namorado, não sei não...). Geoff falou o tempo todo que ía ligar pra ela no dia seguinte, que queria vê-la de novo e tal. E ligou! Saíram e se divertiram. Nanny voltou pra casa aos pulos.
No dia seguinte, nenhum telefonema de Geoff (talvez ele não estivesse querendo demonstrar muito interesse, né). Tudo bem pra ela pois tinha sido tudo tão gostoso que obviamente ele ligaria. Humm...no outro dia, o telefone também não tocou (ué, que estranho...ele gostou tanto dela). Terceiro dia, nada de novo (pronto! Cansou. Vai ligar pra ele). E como ela não aguentou, ligou pra ele (o que eu acho absolutamente correto. Não sou a favor daquela história de que o homem tem que ligar primeiro, porque se a mulher for atrás, ela não vale muita coisa, bla bla bla). Geoff atendeu e Nanny o convidou pra um programa mais tarde, já que antes ela iria à uma exposição com as amigas. Ele disse que iria sim, que ligaria pra ela. Acabou a exposição, foram pra um bar, Nanny e as amigas, e nada do fulaninho telefonar (tipo assim gente, ele já podia ter dito não quando ela ligou, né...mas não, prefere deixar a menina esperando que nem uma tonta).
Ainda não conformada, Nanny manda uma mensagem no celular: "Fiquei te esperando. Estou num barzinho com minhas amigas. Vem pra cá". Ai...nem a mensagem ele respondeu. Nem no dia seguinte. Nem em nenhum outro dia.

Eu acho o seguinte: o cara sumiu, certo? Ela tinha que tentar falar com ele porque era algo que ela queria. E antes tentar e não conseguir do que não tentar e nunca saber o que teria acontecido. Mas esse fulaninho, na minha opinião, é imaturo. Não é homem o suficiente pra ter dito à Nanny que não iria, não daria, não queria, sei lá...qualquer coisa que não deixasse ela esperançosa. Mas o que acho mais provável de ter acontecido foi que ele percebeu o desespero dela em se firmar em um relacionamento que ficou espantado e saiu correndo, com razão, mesmo porque mal se conheciam.
Por outro lado, ela errou feio ao insistir no erro, quando mandou a mensagem. E a mulher normalmente erra muito feio quando está em busca, à procura de um namorado. Porque, de repente, o primeiro que aparece não serve. Nem o segundo. E o desespero é tão grande que ela faz servir. E dá nisso, tudo errado. E se torna mais uma frustração. (Aí vai lá ficar tomando anti-depressivo e remédio pra dormir - fala sério essa mulherada também, viu!)
O namorado, gente, não está ali na esquina esperando você ir de encontro a ele. (E nem ali no bar). E ele também não está vindo de encontro a você. Ele simplesmente esbarra em você quando você menos está prestando atenção, menos está querendo. E é aí que a gente sente aquele friozinho na barriga, como se fosse a primeira vez que estivesse interessada em alguém, como se você não soubesse o que vai acontecer. E na verdade, é até bom fingir que não sabe mesmo, senão, como realmente já sabemos o que vai acontecer, não vamos nem conseguir divertimento no início. Porque o fim, já sabemos bem!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A outra

Minha amiga Claire, com seus vinte e poucos anos, vive um relacionamento há cinco. Num surto, eles terminaram. Sabe quando chega aquela fase de "tudo igual, nenhuma novidade" ? Então, ela alcançou. Enquanto o ex, Freddy, ainda estava no pé dela, ligando, mandando e-mails dizendo que a amava e queria casar com ela, estava tudo indo muito bem. E nisso ela só esnobava. Até o dia em que ficou sabendo que ele tinha ido viajar e nessa viagem, levou junto uma menina.
Coitadinha da Claire! Surtou de verdade. Ali ela viu que ainda gostava dele mesmo (não é ruim o sentimento de perda?). E Freddy ter levado a outra nessa viagem não era segredo pra ninguém pois ele não tentou esconder nada. E se ele levou a menina, é porque já estava rolando há algum tempo...(claro que depois de terem terminado), o que não o impediu de maneira nenhuma de ainda querer ficar bem com a Claire.

(Vou abrir uma pausa aqui) - Diferentemente da mulher, o homem não tem problema nenhum em sair com uma mulher gostando de outra. O encontro flui normalmente, como se o coração dele estivesse aberto (o que na verdade nunca deixa de estar), como se a que ele ama não existisse. Às vezes o homem até cita alguma passagem sobre a amada, como se fosse passado, e dependendo do modo como ele fala, na hora podemos perceber que é despeito, e se nós percebermos isso, é melhor cair fora logo porque o coração dele ainda pertence à ela. E a única coisa que precisa acontecer para que ele volte com ela, é ela fazer uma simples ligação. Já nós, mulheres, dificilmente conseguimos sair com um homem se estivermos pensando em outro. É como se estivéssemos dentro de um campo magnético que a única pessoa que consegue nos tocar, é aquela que nós realmente gostamos e queremos que nos toque.

Bom, a Claire começou a ligar pro Freddy, dizendo que queria conversar e resolver a situação. Pois então, resolveram. Voltaram. Simples assim. Acho até que estão mais ou menos de casamento marcado.
O que acontece é que Claire não engole essa história dessa viagem. E mesmo depois de alguns meses de reconciliação, ela não sossega enquanto não fica sabendo da história nos mínimos detalhes (ai, essas mulheres!!! Já falei pra ela parar de procurar, porque quem procura, acha!). E de vez em quando, ela pergunta ao Freddy se ele gostava de "ficar" com a outra. Sabem o que ele responde? " Nem dava certo, porque com ela nem subia" (Meu Deus! Tô rindo demais, gente! Aí não, né...desconversa que é melhor. Falar isso chega a ser mais engraçado que ouvir piada do Ary Toledo) (Hum...como se fosse difícil arrumar algo mais engraçado que o Ary).

Moral da história 1: Por pior que seja, se o homem atinge seu objetivo final, ele gosta. E sobe sim! (isso se ele não tiver nenhum probleminha psicológico atrapalhando suas aventurinhas) (e se tiver, manda pra terapia).

Moral da história 2: Eles se amam e formam um casal lindo. Desejo tudo de bom a eles. E me chamem pro casamento.

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Cara!

Meu amigo Brian é o cara! Corpo que todo homem queria ter (deveria ter). E toda mulher também (hehehe). Acho que ele deve fazer tudo direitinho...quero experimentar.
Bom, ele namorou por um tempão, coisa de 4, 5 anos, e depois que ficou solteiro, parece que está querendo recuperar todo esse tempo "perdido". A cada semana ele sai com uma mulher diferente, às vezes mais de uma. Geralmente mais velha que ele. Tudo bem, porque ele conversa bem e é inteligente. Eu fico boba de ver como ele consegue essa façanha:
- Todas as mulheres que o Brian sai, ele mantém contato e nunca ficam só na primeira vez. Sempre que dá, consegue dar assistência a elas. Nem que seja numa segunda-feira à tarde. Aí, num final-de-semana, teve um evento do local de trabalho dele e estavam presentes três das mulheres que ele mantém. TRÊS! Imaginem o desespero dele! Pra quem ele daria assistência? Pra qual delas ele daria bola? Para a que veio de fora e poderia matar a saudade? (porque é claro que ele sente saudade...que homem não sente?). Pra atual? (se bem que ele sente saudade da atual também). Ou pra semi-atual? (que com certeza a saudade estava matando). E agora?!!!! (Meu Deus! Tô com dó...delas!).
Depois de um tempo, Brian viu que não conseguiria isolar nenhuma pois estavam todas perto uma da outra. O que ele fez? Simplesmente abandonou o local. Sem falar tchau pra nenhuma delas, foi embora como se estivesse se sentindo mal, uma súbita dor de barriga (hilário esse meu amiguinho!).

Ai, que demais! Demais essas mulheres caírem no conto da saudade. Demais elas caírem no conto da dor de barriga. Demais elas não perceberem nada. Ou demais elas fingirem que não percebem nada. E o Brian...o Brian é o cara! Ou deve achar que é o cara. Nos dias de hoje, ele ainda está conseguindo manter as três e mais umas cinquenta. Cem, talvez. Mas tudo bem, né?! Tá faltando homem no mercado mesmo. Vamos dividir os que ainda estão disponíveis, os que ainda se consideram "homens", os que ainda estão solteiros (se bem que mesmo quando não estão solteiros, fazem de conta que estão), os que ainda não têm problemas psicológicos e funcionam direitinho (se é que vocês me entendem, gente), do jeitinho que toda boa mulher merece ter pra sorrir no dia seguinte: uma noite bem "passada".

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Esses homens, viu!!!

Meu amigo Ronald. De novo. Adoro! (Da história "Atrasada. Tá louca?")
Lá atrás, no colegial (que hoje nem se chama colegial mais, né? É Ensino Médio), ele era amigo da Mi. Nunca tiveram nada. Depois de anos, eles se encontraram no msn e sempre se falavam. Ela namorava há uns 5 anos e ele solteiro, naquela vida de um fim-de-semana em um lugar, conhecendo uma, no outro a mesma coisa com outra, etc. A Mi começou a se interessar por ele (Ai meu Deu! Que erro fatal!) e ele, por achar ela LINDA demais, se interessou também (que homem não se interessa por mulher bonita?) (Mas todas nós sabemos que o interesse do homem é totalmente diferente do interesse da mulher). E a Mi falava em terminar o namoro só pra ficar com o Ronald. Claro que ele não achava ruim, né? Não é bobo. Mas será que ela queria algo sério com ele? E ele, seria recíproco?
A Mi terminou e se encontrou com Ronald, numa ansiedade deliciosa. Humm...foi tudo muito bom, ela estava pronta (e crente) que eles iriam partir para algo mais sério. Adivinhem o que aconteceu? Ronald sumiu! Passou um final-se-semana com a menina e SUMIU! (Poxa Ronald...você é meu amigo mas pô!!! Assim não dá, né?). Coitada da menina... ligava atrás dele e ele nunca atendia.

Vou falar uma coisa pra vocês. Eu convivo muito com todos os tipos de homens e mulheres (e muitos gays também - ADORO). Vejo de tudo um pouco e às vezes muito. Não entendo como a Mi conseguiu terminar algo sólido, precipitadamente, (vai ver já tava mal das pernas também, né) pra querer ficar com alguém que ela nunca tinha saído antes. E se saíssem e ela não gostasse? E se de repente o Ronald beijasse super mal ou fizesse o resto muito pessimamente? (isso tá cheio, heim moçada). E se o próprio Ronald achasse isso dela? É algo a que os dois estavam sujeitos. Mas como conheço bem o Ronald, nesse caso foi "sem-vergonhice" mesmo, ele não vai se contentar com uma mulher só tão cedo na vida dele. E quando fiquei sabendo disso, perguntei o que a Mi havia feito em relação ao namorado, e Ronald respondeu: "Não sei, não tô nem aí. Ela que se f..."

Preciso falar mais alguma coisa? A cabine dele no meu navio é com uma das melhores vistas pro mar.